terça-feira, 31 de agosto de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Sócrates em Slowmotion (escrito em 16 de Abril)

Sócrates, Secretário Geral do PS dixit: ( qualquer coisa como isto ): na altura certa e adequada, o PS decidirá a sua posição perante as Presidenciais.
Sócrates, Primeiro Ministro dixit: ( qualquer coisa como isto ): na altura certa e adequada, o PS decidirá a sua posição perante as Presidenciais.
Estratégia síncrona para dessincronizar na altura certa e adequada.
Passo a desenvolver:
Se, por um lado e já neste momento emergisse um candidato made or manufactured in PS, seria não só uma estupidez política como uma atitude serôdia e desajustada, logo inevitavelmente o PS, pela voz de Sócrates, seu Secretário Geral vai acabar por dar o seu apoio a Manuel Alegre.
Por outro lado, Sócrates Primeiro Ministro aguarda e trabalha para que PECs estabilizem, retoma e indicadores do INE e opinionmakers internos e externos vaticinem e constatem que Portugal está no bom caminho, que a oposição se defina: PSD a decidir-se pelo elogio a Cavaco, qual Ulisses de regresso a casa. CDS a ser o mesmo que sempre, jogando às moedas com zero ou com três, ou seja, arriscando o menos posível. PC num revivalismo Octaviano, leia-se Octávio Pato na sapataria da moda. Bloco a esgotar o verbo, depois de inflaccionar o apoio a MA. Verificadas e controladas estas variáveis, eis que Sócrates metamorfoseado de Secretário Geral e Primeiro Ministro, anunciará aos quatro ventos que é chegada a altura certa e adequada para o PS afirmar o seu apoio a Manuel Alegre.
Se algum destes pressupostos falhar ou se as galinhas nascerem carecas, teremos o tal homenzinho cinzento e belfo, a reinar, vestido de novo mandato, no Palácio de Belém.
O certo e adequado Sócrates corre o risco de ter razão.
Os Campeões das Reuniõe$
Por cada reunião do Conselho de Administração das cotadas no PSI-20, os Administradores não executivos, ou seja, sem funções de gestão, receberam, em 2009, 7427 euros.
e quem são eles?
Vamos a isso:
Daniel Proença de Carvalho: 15,8 mil euros por reunião;
António Nogueira Leite: 5.300 euros por reunião;
António Lobo Xavier: 3.700 por reunião;
João Vieira de Castro: 11.275 euros por reunião (faz poucas, mas boas!);
José Pedro Aguiar-Branco: 4.040 euros por reunião.
O Mexia, com os seus três Milhões, ao pé destes fazedores de reuniões, até parece um santo.
Será que não têm vergonha quando aparecem na televisão!
Será que ninguém tem tomates para pôr cobro a isto!
Eu cá por mim, metaforicamente, lançava-os aos leões, no circo romano mais próximo.
e quem são eles?
Vamos a isso:
Daniel Proença de Carvalho: 15,8 mil euros por reunião;
António Nogueira Leite: 5.300 euros por reunião;
António Lobo Xavier: 3.700 por reunião;
João Vieira de Castro: 11.275 euros por reunião (faz poucas, mas boas!);
José Pedro Aguiar-Branco: 4.040 euros por reunião.
O Mexia, com os seus três Milhões, ao pé destes fazedores de reuniões, até parece um santo.
Será que não têm vergonha quando aparecem na televisão!
Será que ninguém tem tomates para pôr cobro a isto!
Eu cá por mim, metaforicamente, lançava-os aos leões, no circo romano mais próximo.
sábado, 21 de novembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Desabafos fora d'horas na hora certa
Sócrates enganou-se: o Bloco e/ou o Louçã não tiveram, com o seu (deles) programa, uma recaída!Tiveram sim, um retorno a uma das suas origens maternas, a saber: a Albanesa de Henver Hoxa, na versão lusa a UDP de Luis Fazenda. Quem conhece o Bloco, o PSR, a UDP, a Política XXI e outros omníveros ideológicos, sabe que esta união de facto que dá pelo nome de bloco, "contém em si o germen da sua destruição. A teoria de laborit, do espaço vital dos ratos que acabam por se comer uns aos outros quando a área de coabitação se reduz drasticamente ou a teoria mais prosaica e popular de que num galinheiro só pode haver um galo, servem de modelo explicativo para a baralhada ideológica que grassa no seio, ou melhor nas diversas tetas da loba escondida na toca da Rua da Palma, lá para os lados do Martim Moniz.Deixando de lado os PPR, os Telemóveis de Serviço, a saída da NATO, as Nacionalizações e "outros cavalos à solta no meu povo", o retorno puro e duro à ideologia do proletariado troglodita aí está.Senão,vejamos e sobretudo, atentemos nas contradições: O "socialismo" albanês, parente longínquo mas actual do Luís Fazenda, tinha esta máxima que é o máximo: mais valem mil enchadas que um tractor.No outro lado, temos o Lenine, ainda feliz e contente com o Trotski, que definia o comunismo, como sendo a junção do poder dos Sovietes mais a electrificação do país. Estes adoradores de enchadas e estes adoradores da electricidade coabitam alegremente nessa coisa paralelipipeda que se chama bloco.E por hoje a primeira conclusão destes desabafos fora d'horas, situa-se na mera lógica socrática de que se a primeira permissa é: se o "socialismo" é o poder dos sovietes mais os frigoríficos, os micro ondas e os aspiradores; se a segunda permissa é: se o poder das enchadas é preferível ao imperialismo dos tractores ........ então a conclusão é nacionalize-se a Electricidade, perdão nacionalize-se a EDP! Deste modo, os tractores ficarão privados de energia e o controlo das estações e subestações elécticas ficarão entregues aos sovietes, ou seja, na versão portuguesa, aos CCR (Comités de Controlo da Revolução), às Comissões de Trabalhadores e às Comissões de Bairro seja da Picheleira seja do Magoito
